Preciso trocar as molas ao colocar GNV no meu carro?

Autor: Full Pneus

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Preciso trocar as molas ao colocar GNV no meu carro?

Sabemos que a cada dia que passa, o valor do combustível aumenta. Muitas pessoas têm procurado cada vez mais substituir a famosa gasolina pelo GNV.

O Gás Natural Veicular, o famoso GNV, apesar de ter um poder de explosão menor que a gasolina, tem se mostrado mais atraente para muitas pessoas.

Neste sentido, os condutores de aplicativos, e até mesmo pessoas que dirigem diariamente, têm preferido fazer a conversão da gasolina para o GNV.

Mesmo sabendo que o combustível em gás tem uma queima bem menor que o líquido.

Com isso, o rendimento de um cilindro de GNV é menor do que a autonomia de um tanque de gasolina.

Mesmo assim, por conta dos aumentos recorrentes da gasolina e do etanol, as pessoas estão fazendo essa modificação nos veículos.

Um outro fato que ocorre quando utilizamos GNV no carro é a questão do espaço da mala que reduz bastante.

Mas, se você está pensando ou acabou de realizar a instalação do kit GNV no seu veículo e está na dúvida sobre as molas do seu carro, fique ligado neste artigo.

Nós da Full pneus preparamos tudo sobre o que você precisa saber antes ou até mesmo depois da colocação do kit gás no seu carro. 

Acompanhe em nossa matéria.


kit gás GNV

Um dos fatores, como começamos a falar nesse texto, que tem feito as pessoas procurarem cada vez mais a instalação do Kit gás no carro é por conta do valor do combustível.

Em alguns lugares no Estado do Rio de Janeiro, a gasolina tem chegado ao preço de quase 9 reais o litro.

Por outro lado, o GNV chega a 5,80 o metro cúbico em alguns postos. 

Se tentássemos comparar quanto é mais ou menos 1m3 para litros, seria igual a 1000 litros de gás.

Contudo, como já falamos, apesar de parecer uma quantidade muito grande de combustível, o aproveitamento desse combustível é muito pequeno.

Um fator que muitas pessoas não levam em conta e a Full Pneus preocupada com seus colaboradores, é a questão do ressecamento.

Como muitas peças do motor são de plástico, existem também muitas mangueiras, é importante que ao utilizar o gás natural, sejam feitas revisões periodicamente.

Isso porque como estamos falando de um gás o ressecamento dos componentes é muito maior e assim, podem ocasionar o desgaste das peças muito mais rápido.

Mas em relação às molas do carro. O que fazer depois que colocar um kit gás?


Molas x Kit Gás GNV

Muitas pessoas pensam que para colocar o kit gás é apenas ir até uma oficina especializada e mandar instalar e está tudo pronto.

Mas não é bem assim, existe toda uma parte de documento que o Detran solicita para que seja alterado. 

E um outro fato é a questão do desgaste das peças, como já falamos. E as molas são uma delas.

Nesse sentido, as molas foram feitas para ajudar os amortecedores a sofrerem menos impacto com as trepidações e os pesos.

Os carros foram desenvolvidos para carregar três pessoas atrás e a mala cheia.

Contudo, esse peso que estamos falando não seria um peso constante como é o caso de um kit gás.

Imagina que o carro tem um peso maior do que ele foi desenvolvido para aguentar 24 horas por dia.

Isso mesmo com o cilindro vazio, ainda assim são mais 20 kg em média no porta mala do carro.

Em alguma hora, a mola cansa e os 20 kg que era no primeiro momento e depois acabam se tornando 200 kg.

Afirmar que é obrigatório a substituição dessas molas por molas mais reforçadas, não é profissional.

Todavia, a indicação dessa substituição das molas é fundamental, visto que são molas que tem uma espessura maior e um coeficiente de deformação maior.

O coeficiente de deformação de uma mola é responsável por dizer o quanto a mola vai comprimir para fazer a função de amortecimento.

Com isso, uma substituição das molas traseiras quando é colocado um sistema de kit gás se faz necessário para prevenir o cansaço da mola.

Contudo, não é necessário que essa substituição seja realizada imediatamente. Mas, antes que a mola original se canse por completo, pode ocasionar um acidente.


Kit GNV: aumenta a manutenção do carro?

Antes de mais nada, é importante saber que o motor trabalha com líquidos (gasolina, etanol ou diesel). E quando começamos a acrescentar o gás veicular, as peças que viviam lubrificadas com um desses líquidos, começam a ficar ressecadas. Até porque líquido e gás não se combinam. 

Dessa forma, os condutores precisam realizar uma manutenção diferenciada no motor do carro. Primeiro, é preciso, óbvio, adaptar o motor para o uso do GNV. Além disso, a troca das velas de ignição deve ser feita quando o carro atingir 15 mil km em média. Diferente do tempo de um carro sem GNV, que pode variar entre 30 mil km a 40 mil km. 

Além disso, é importante ficar atento ao estado do cabeçote do motor. Devido a pressão vinda do GNV, o cabeçote pode ter fissuras. Por isso, é importante verificar, caso seja necessário trocar.

O equipamento de gás também provoca uma perda de potência do veículo. De maneira geral, os carros passam a andar com menos 4% de potência em relação aos carros de combustível. Como resultado, ao sairmos com o automóvel no gás, precisamos acelerar mais para que o carro possa andar. 

Esse processo acaba afetando a embreagem. Sendo assim, é preciso fazer uma boa manutenção recorrente na embreagem do carro para que ele esteja realizando uma boa performance.

Por isso, você pode perceber que o GNV provoca alguns danos mecânicos, caso você não procure fazer uma manutenção frequente no seu carro. 

Ao conhecer algumas das desvantagens citadas acima, é possível entendermos que o kit GNV aumenta a frequência da manutenção dos carros. Isso porque o número de vezes de manutenção que devemos fazer é maior.

Mas, não podemos fechar os olhos para os lados positivos do GNV, o quais são: economia de combustível, menos poluente, aumento da durabilidade de algumas peças, descontos no IPVA.


Aproveite e venha nos fazer uma visita: Avenida Nilo Peçanha, 1249 – Rua Otávio Tarquino, 1248 – Nova Iguaçu – RJ (próximo a Via Dutra, sentido Rio de Janeiro). 

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