Existem molas específicas para GNV?

Autor: Full Pneus

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Existem molas específicas para GNV?

A resposta para essa pergunta é sim. No mercado automotivo, podemos encontrar molas específicas voltadas para sustentar e reduzir o desgaste de toda a suspensão.

Neste sentido, as molas de um carro trabalham juntamente com outros componentes, responsáveis por fazer a suspensão de um carro.

A suspensão, como o próprio nome diz, tem a função de minimizar o desgaste do pneu e de outros componentes do carro.

Com isso, o sistema de suspensão de um veículo também possui um desenvolvimento que é para ter uma quantidade de compressão.

Neste caso, toda vez que colocamos um peso em um automóvel, o sistema de suspensão se comprime.

Ao comprimir a mola e o amortecedor,  acontece o fator que chamamos de ponto zero.

Assim, todas as vezes que, ao passar em um quebra-mola ou desnível na rua, tanto o amortecedor quanto a mola fazem força contrária para chegar ao ponto zero.

Com isso, essa força realizada compensa o peso que é exercido na suspensão,  fazendo com que as peças se desgastam mais rapidamente.

Sendo assim, as molas possuem uma compreensão e um alívio de maneira rápida.

Para entendermos melhor isso, é só lembrarmos de como uma mola se comprime. Quando é retirada a força que faz comprimir a mola, a mesma retorna ao seu ponto zero.

Quer saber qual é a diferença entre as molas comuns e as molas para GNV?

Acompanhe esse post de mais de perto e saiba tudo sobre molas.


Função das molas

Todas as molas comprimem e retornam ao ponto inicial.

Neste sentido, quando comprimimos essas molas, elas passam por um processo de deformação. E toda vez que ela retorna ao seu ponto inicial, ela perde um pouco da sua característica.

Quando essa mesma mola recebe um peso por muito tempo, essa deformação é aumentada e acaba sendo muitas das vezes um problema.

Imaginemos o seguinte:

De modo geral, o carro de passeio leva uma quantidade de peso por uma quilometragem.

Com isso, a quilometragem pode ser grande ou pequena. Contudo, esse peso uma hora é retirado e a suspensão retorna ao normal.

Já os carros que são para levar carga, possuem de fábrica uma suspensão que aguenta um peso maior.

Então, essa suspensão possui um desgaste menor do que os carros de passeio.

Mas, se você está pensando que o desgaste só causa a substituição das molas, você está muito enganado.

Quando uma mola sofre um desgaste excessivo, possui reflexos em outros lugares, como nas rodas, amortecedor, braço oscilante, buchas de borracha, pivô, coxim e barra estabilizadora.

Como podemos observar, o desgaste das molas acarreta desgastes em outras peças.

Devemos entender que o peso que o botijão de Gás Natural Veicular exerce sobre as molas, é um peso muito maior do que o indicado.

E, quando estamos falando de uma carga constante fazendo a compressão da mola, causa um desgaste irreparável.


Molas para GNV

As molas para o Gás Natural Veicular são molas que conhecemos como molas reforçadas.

Justamente para aguentar o peso que o botijão exerce. Com isso, a substituição das molas por molas reforçadas se faz necessário.

Imaginemos que uma mola dure por volta de 50 mil km sem o peso do kit gás. Já com a mesma mola e com o kit gás incluso essa quilometragem fica em torno de 20 mil km.

Como podemos observar, fica abaixo da metade. E, como já falamos, esse desgaste é aumentado ou reduzido justamente com o peso e a forma que esse motorista dirige.

Sabemos que existem motoristas mais cautelosos, que ao passar em uma lombada ou buraco, reduz a velocidade.

Mas, também sabemos que existem motoristas que pensam e dizem que carro é para rodar. 

Esse modo de dirigir influencia diretamente no desgaste de todas as peças, principalmente a da suspensão.


Obrigatoriedade da troca da mola

Quando é instalado o Kit de GNV em um automóvel, não é obrigado a substituição de mola ou de outras peças da suspensão.

Obviamente, se já existe uma peça que está danificada, essa mesma peça deve ser trocada o mais rápido possível.

Mas, não podemos afirmar que existe uma obrigatoriedade. Contudo, é uma indicação como uma manutenção preditiva.

Com isso, essa manutenção é de melhoria. Sendo assim, mais uma forma de reforço e um modo de manter o veículo inteiro por mais tempo. 


Kit GNV e manutenção

Primeiro, é preciso, óbvio, adaptar o motor para o uso do GNV. Além disso, a troca das velas de ignição deve ser feita quando o carro atingir 15 mil km em média. Diferente do tempo de um carro sem GNV, que pode variar entre 30 mil km a 40 mil km. 

Além disso, é importante ficar atento ao estado do cabeçote do motor. Devido a pressão vinda do GNV, o cabeçote pode ter fissuras. Por isso, é importante verificar, caso seja necessário trocar.

O equipamento de gás também provoca uma perda de potência do veículo. De maneira geral, os carros passam a andar com menos 4% de potência em relação aos carros de combustível. Como resultado, ao sairmos com o automóvel no gás, precisamos acelerar mais para que o carro possa andar. 

Esse processo acaba afetando a embreagem. Sendo assim, é preciso fazer uma boa manutenção recorrente na embreagem do carro para que ele esteja realizando uma boa performance.

Por isso, você pode perceber que o GNV provoca alguns danos mecânicos, caso você não procure fazer uma manutenção frequente no seu carro. 

Ao conhecer algumas das desvantagens citadas acima, é possível entendermos que o kit GNV aumenta a frequência da manutenção dos carros. Isso porque o número de vezes de manutenção que devemos fazer é maior.

Mas, não podemos fechar os olhos para os lados positivos do GNV, o quais são: economia de combustível, menos poluente, aumento da durabilidade de algumas peças, descontos no IPVA.


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